A ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – em sua publicação intitulada Manual de Segurança Hospitalar, que é referência para todas as unidades hospitalares do Brasil, indica por diversas vezes o ozônio no uso contínuo da água hospitalar, sobretudo contra bactérias entéricas e organismos patogêncios, causadores de diversas doenças tais quais febre tifóide, diarréias, vermes e até mesmo esterilização de equipamentos cirúrgicos.
O USO DA ÁGUA NO AMBIENTE HOSPITALAR
A água pode conter organismos nocivos à saúde, como as bactérias entéricas causadoras da febre tifóide; organismos patogénicos como a “Entamoeba histolytica”, causadora da desinteria amebiana; vermes (cercárias de esquistossomas); vírus e bactérias na forma esporulada.
Assim, é necessário que procedimentos relativos ao tratamento da água sejam feitos, tais como esterilização e desinfecção. Os processos de esterilização devem ser executados quando não puder existir nenhuma forma de vida na água que vai ser utilizada.
Os processos de desinfecção normalmente são feitos empregando-se um agente oxidante, o qual oxida o sistema enzima-proteína e ainda paralisa o metabolismo da glucose, determinando a morte do organismo. São exemplos de agentes oxidantes o hipoclorito de cálcio, cloreto de cálcio, hipoclorito de sódio, ozônio, luz ultra-violeta, prata e outros. Devem ser utilizados de acordo com as disponibilidades da instituição hospitalar.”
veja o Manual de Segurança Hospitalar da ANVISA


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